Atendimento particular e online para adultos autistas, com ABA, TCC e ACT definidas conforme a demanda. Esta página é para psicoterapia, não para avaliação neuropsicológica ou emissão de laudo.

Ele vive nas entrelinhas de uma vida inteira tentando se adaptar a um mundo barulhento demais.
Você aprendeu a imitar o 'normal', mas isso te custa uma energia que ninguém vê.
Sons, luzes, texturas e rótulos de roupa podem ser simplesmente insuportáveis.
Você mergulha fundo em temas específicos — e adora isso, mesmo que digam que é 'demais'.
Interações exigem um esforço enorme de decodificação, e depois você precisa se recuperar.
Aquela impressão constante de estar num jogo cujas regras todo mundo sabe, menos você.
Você foi rotulada de tímida, fria ou estranha — nunca de autista.
Autismo não é uma falha de funcionamento. É um sistema diferente — e ele merece respeito, não correção.
Quero cuidar do meu autismo
O acompanhamento pode incluir ABA (Análise do Comportamento Aplicada), TCC e ACT. A escolha das estratégias é individualizada, parte de objetivos definidos em conjunto e não busca apagar características autistas nem promete resultados.
Sem burocracia e sem compromisso logo de cara. Um passo de cada vez, no seu ritmo.
Você conta o que mais tem pesado. A Mariana responde pessoalmente e explica como funciona — sem compromisso nenhum.
Um espaço online para ser você, sem precisar mascarar — com ABA, TCC e ACT aplicadas conforme a demanda, os objetivos e o plano definido para o acompanhamento.
O que funciona é mantido; o que não encaixou é revisto. A sua vida real guia o processo, sem pressa.
A suspeita já é suficiente para começar o acompanhamento. Mas, se você quer clareza antes, a avaliação neuropsicológica mapeia o seu funcionamento e ajuda a responder essa pergunta com método — inclusive no autismo adulto e no autismo feminino, tantas vezes reconhecido tarde demais.
Conteúdos que aprofundam o autismo adulto.
As dúvidas mais comuns sobre autismo adulto.
Sim. O Instituto oferece terapia ABA para adultos em formato online. Antes do início, a demanda e os objetivos do acompanhamento são conversados e definidos individualmente.
Não. Muitas pessoas chegam com autossuspeita, especialmente mulheres. A suspeita já é suficiente pra iniciar o acompanhamento.
Sim. Atendo mulheres com diagnóstico, autossuspeita ou dúvidas sobre o próprio funcionamento. O acompanhamento não substitui uma avaliação diagnóstica quando ela é necessária.
Nunca. O objetivo é reduzir a sobrecarga e ampliar a autoaceitação, pra você viver com mais autenticidade — não com mais máscara.
A Terapia de Aceitação e Compromisso trabalha a relação com pensamentos e emoções e ações orientadas por valores. Sua aplicação é individualizada e não pressupõe o mesmo resultado para todas as pessoas.
Sim, por videochamada. A adequação do formato, os recursos de sigilo e eventuais necessidades de adaptação são conversados para cada caso.
Alguns sinais comuns são: esgotamento depois de situações sociais, sensibilidade a barulho, luz ou texturas, necessidade de rotina e previsibilidade, interesses intensos e dificuldade com regras sociais não ditas. Variam muito de pessoa para pessoa. Sinais não fecham diagnóstico — se você se reconhece, um acompanhamento profissional ajuda a entender o seu funcionamento.
Algumas mulheres relatam esforço consciente para se adaptar socialmente, sensibilidades e esgotamento, mas essas experiências também podem ter outras explicações. História de vida e contexto precisam ser avaliados; nenhum desses elementos, isoladamente, confirma autismo.
É possível que o autismo seja reconhecido apenas na vida adulta. A investigação deve considerar desenvolvimento, funcionamento atual, contexto e outras explicações possíveis; autossuspeita não equivale a diagnóstico.
Autismo não é uma doença a ser curada — é uma forma de o cérebro funcionar. O acompanhamento não busca consertar você, e sim reduzir a sobrecarga, ampliar a autoaceitação e oferecer ferramentas para viver com mais autenticidade.
Para a descrição geral do espectro do autismo, características e variabilidade, consulte a Organização Mundial da Saúde (OMS). Relatos isolados e o mapa do site não confirmam nem descartam autismo.
Chega de se moldar pra ser aceita. Aqui o ponto de partida é quem você já é. Vamos conversar?
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