Atendimento particular e online para adultos com TDAH, voltado a demandas como organização, procrastinação e sobrecarga. Esta página é para psicoterapia, não para avaliação neuropsicológica ou emissão de laudo.

Ele aparece nos detalhes que ninguém vê — e que esgotam você todos os dias.
Você sabe o que precisa fazer, mas simplesmente não consegue começar. E depois se culpa por isso.
Mergulha intensamente em algo por dias e depois perde completamente o interesse.
'Você é tão capaz, só falta foco' — você ouviu isso a vida inteira.
Compromissos, objetos, ideias — tudo escapa, e a ansiedade de falhar só aumenta.
Subestima quanto algo demora, se atrasa sem querer e vive correndo contra o relógio.
Você é dura consigo mesma por coisas que, na verdade, são neurológicas — não preguiça.
TDAH não é uma doença pra curar. É um jeito de funcionar — e dá pra fazer ele jogar a seu favor.
Quero cuidar do meu TDAH
A Terapia Cognitivo-Comportamental pode orientar estratégias relacionadas a foco, organização, pensamentos, comportamentos e regulação emocional. O plano é definido de forma individual, sem fórmula única ou promessa de resultado.
Sem burocracia e sem compromisso logo de cara. Um passo de cada vez.
Você conta o que mais tem pesado. A Mariana responde pessoalmente e explica como funciona — sem compromisso nenhum.
Encontros online, no seu ritmo, com estratégias práticas de foco, organização e regulação emocional — moldadas ao seu dia a dia.
O que funciona é mantido; o que não encaixou é revisto. A sua vida real guia o processo, no seu tempo.
A suspeita já é suficiente para começar a terapia. Mas, se você quer clareza antes, a avaliação neuropsicológica mapeia o seu funcionamento e ajuda a responder essa pergunta com método — inclusive para o TDAH em adultos.
Conteúdos que aprofundam o TDAH no adulto.
As dúvidas mais comuns sobre tdah adulto.
Não. A suspeita já basta pra iniciar. O processo pode inclusive te ajudar a decidir se vale fazer uma avaliação formal.
A TCC pode integrar o cuidado de adultos com TDAH. A indicação e as estratégias dependem da avaliação individual e podem fazer parte de um plano que também envolva outros profissionais.
Sim. A terapia complementa o tratamento medicamentoso (conduzido pelo seu médico) trabalhando comportamento, emoções e estratégias práticas.
Sim, por videochamada. Os recursos tecnológicos, as condições de sigilo e a adequação do formato são informados antes do início.
Sim. Atendo mulheres que chegam com diagnóstico, autossuspeita ou dúvidas sobre o próprio funcionamento. O acompanhamento não substitui uma avaliação diagnóstica quando ela é necessária.
Alguns sinais comuns são: dificuldade de manter o foco em tarefas pouco estimulantes, procrastinação, esquecimentos e desorganização no dia a dia, inquietação ou agitação interna, impulsividade e, ao mesmo tempo, hiperfoco em assuntos de interesse. Variam muito de pessoa para pessoa. Sinais não fecham diagnóstico — se você se reconhece, um acompanhamento profissional ajuda a entender o seu funcionamento.
Sim. O NIMH informa que algumas pessoas não são reconhecidas ou diagnosticadas até a vida adulta. Uma investigação adequada considera sintomas atuais, história desde a infância, prejuízos e outras explicações possíveis.
Sim. É comum uma pessoa ser ao mesmo tempo autista e ter TDAH — cada uma influencia o jeito de sentir, focar e se organizar. Por isso o acompanhamento olha para o seu funcionamento como um todo, e não para um rótulo isolado.
TDAH não é uma doença a ser curada — é uma forma de o cérebro funcionar. O acompanhamento não busca te consertar, e sim reduzir a sobrecarga e construir estratégias de organização, foco e regulação emocional que funcionem pra você.
Para a descrição geral de TDAH, sinais e diagnóstico na vida adulta, consulte o National Institute of Mental Health (NIMH). A presença de sinais isolados não confirma TDAH; avaliação individual é necessária.
Você não precisa de mais um 'se esforce mais'. Precisa de um método que entenda o seu cérebro. Vamos conversar?
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